VEM AI A MAIS NOVA PROMOÇÃO DA CDL DE SERTÂNIA

Natal dos Sonhos CDL 2014

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Semana da Segurança da Celpe leva ações e serviços para Sertânia, em PE

Sem títuloA Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) promove nesta terça-feira (30) e na quarta-feira (1º) a ‘Semana de Segurança’ em Sertânia, município do Sertão. O objetivo é levar à população alertas sobre riscos de acidentes, a partir de palestras com orientações e dicas sobre o uso seguro e eficiente da energia. Na ocasião, também haverá atualização cadastral, negociação de débitos, solicitação de nova ligação ou externalização de medidor, além de doação de lâmpadas econômicas, inscrição no Programa Tarifa Social e pré-inscrição para sorteio no Programa Nova Geladeira. A ação ocorrerá na Praça de Eventos Olavo Siqueira, no Centro, e contemplará outros municípios do estado até o fim do ano.

O cliente que assistir às palestras de conscientização, receberão duas lâmpadas fluorescentes e poderão se inscrever para participar de um sorteio de troca da geladeira velha por uma nova. Para isso, o participante deverá apresentar a conta de energia com vencimento no mês de setembro paga e não poderá ter débitos anteriores. O cliente precisa, ainda, morar no município ou em outro vizinho, estar inscrito no Programa Tarifa Social e ter consumo médio acima de 80 kW/h por mês. Neste caso, o consumidor não pode ter sido contemplado por outro programa de doação ou venda de geladeiras. Os refrigeradores serão entregues aos contemplados na quinta-feira (2). Segundo a assessoria de imprensa da Celpe, serão disponibilizadas mais de 1.700 lâmpadas eficientes e 240 refrigeradores.

Já o cadastro na Tarifa Social é possibilitado a famílias de baixa renda e concede o desconto de até 65% na conta de energia. Os clientes interessados devem se dirigir até a Unidade Móvel da Celpe e apresentar a conta de energia, o Número de Inscrição Social (NIS) ou a numeração que consta no cartão do Programa Bolsa Família (NB), além de RG e CPF do titular.

Serviço
Semana de Segurança da Celpe
Local: Praça de Eventos Olavo Siqueira, no Centro
Data: terça-feira (30) e quarta-feira (1º)
Horário: das 9h às 16h.

Fonte: G1

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Saiba como se livrar do endividamento e limpar seu nome

Economista dá dicas para priorizar o pagamento das faturas e renegociar as dívidas É evidente que o cartão, carnê ou boleto facilitam no momento da compra, mas essas e outras formas de conceder crédito resultam no endividamento de vários consumidores. No final, muitas dessas pessoas acabam entrando para listas do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e Serasa Experian ficando assim com o “nome sujo”.

Dados da Serasa Experian mostram que 36,6% das pessoas que deixaram a lista de inadimplentes em 2012 voltaram a ter problemas no ano de 2013. Destes, 27,1 % contraíram mais de cinco dívidas.

O doutor em economia e professor, Bruno Funchal, explica que a primeira coisa que deve ser feita quando o nome vai para a “lista negra” das empresas de crédito é consultar de onde surgiu a pendência. Na hora de escolher quais contas pagar, ele diz que devem ser priorizadas as contas mais caras. “De uma forma ou de outra, vai ter que pagar a dívida, agora tem que ver a melhor forma de fazer isso. A dica, depois de identificar a conta, é estudar a disponibilidade de crédito que existe”, afirma.

Funchal alerta que também deve ser estudada a melhor forma de se fazer um empréstimo para quitar as dívidas, para que o problema não aumente ainda mais. Ele afirma que alguns tipos de empréstimos podem sair mais caros do que outos. “O melhor é escolher o consignado, por ter a taxa de juros mais baixa, o CDC vem depois e por último os outros tipos de créditos existentes”, explica.

O economista diz também que é preciso estar organizado quando for pedir um empréstimo. “O ideal é chegar com as contas organizadas e listadas. Isso aumenta a credibilidade com o gerente e ele vê que você fará a quitação desse empréstimo”, diz Funchal.

Na web é possível encontrar anúncios de pessoas ou empresas que prometem quitar as dívidas de forma “rápida e fácil” ou “em até dez dias”. No entanto, as chances de ser um golpe são altas, principalmente quando o anúncio diz que o devedor consegue pagar as dívidas gastando menos do que o valor informado pelo credor. “A promessa (de facilidade no pagamento) só pode existir quando você é o credor ou quando faz uma intermediação. De uma forma ou de outra terá que pagar o valor da dívida. No caso do intermediário, você terá que pagar o valor da dívida mais a taxa que ele irá cobrar. Então o melhor é negociar direto com quem está cobrando”, explica Funchal.

Veja dicas para enfrentar as dívidas e não ficar com o “nome sujo”

1 – Não acredite em anúncios que prometem tirar você do SPC e Serasa de forma rápida, fácil e sem pagar as dívidas. Isto não existe. São apenas alguns espertos aproveitando-se da inocência e desespero dos endividados e que querem ganhar em cima disso.

2 — Evite fazer dívidas em seu nome para outras pessoas. Se você comprar algo, emprestar seu cheque, usar seu para outra pessoa, a dívida será cobrada de você. São inúmeros os casos de pessoas que fizeram uma dívida em seu nome para parentes e amigos e agora estão com o nome sujo.

3 – Se você está endividado tenha muita calma e paciência, pois você se endividou ao longo de meses e não vai ser do dia para a noite que sua situação vai melhorar. Com calma, paciência e uma boa dose de organização, em alguns meses você vai conseguir resolver seus problemas e limpar seu nome.

4 – Às vezes a melhor solução é simplesmente cortar o mau pela raiz. Quando as dívidas chegam em um estado tão crítico que comprometem a sobrevivência do devedor e de sua família e você tem que escolher entre pagar as contas básicas para sobrevivência (moradia, alimentação, luz, etc.), a solução é simplesmente pagar apenas estas dívidas e deixar as outras (cartão de crédito, cheque especial, empréstimos, etc.). Elas podem esperar, você e sua família não.

5 – Não se intimide com as ameaças dos seus credores e lembre-se que fazer o devedor passar vergonha é crime. Assim, se começarem a ligar para seu trabalho, para seus vizinhos ou mandarem cobradores em sua casa, entre com uma ação de indenização.

6 – Não tenha vergonha de procurar ajuda. As associações de defesa do consumidor, o Procon ou um advogado são muito úteis nesta hora. Portanto, nunca assine um novo compromisso antes de consulta-los.

7 – Não gaste mais do que você ganha e faça um regime orçamentário, cortando todos os “supérfluos”. Faça uma lista de todos os seus gastos mensais e veja o que pode ser cortado ou diminuído. O dinheiro que você economizar, coloque em uma poupança, pois ele será muito útil na hora de negociar um acordo com seus credores, com um belo desconto para pagamento à vista.

8 – Estar no SPC e SERASA pode ser bom. Você vai parar de gastar porque não terá crédito no mercado. Então, aproveite para fazer uma poupança e saldar as dívidas à vista, uma a uma, e com um belo desconto.

9 – Aguarde os finais de ano para negociar suas dívidas, são as épocas em que os credores fazem as maiores promoções, com descontos que chegam a 90% do valor da dívida. Use a poupança que sobrou de seu regime orçamentário.

10 – Nunca venda seus bens para pagar dívidas. Você demorou muito tempo para conquista-los e não deve perde-los assim.

11 – Viva dentro da sua realidade. Não tente fazer acordos com todos os credores de uma só vez.

12 – Somente aceite renegociar a dívida se for vantajoso para você e a parcela couber “com folga” no seu orçamento familiar.

13 – Troque uma dívida mais cara por uma mais barata. Em alguns casos vale a pena. Usar um CDC no banco, por exemplo, com juros de cerca de 4% ao mês para cobrir o cartão de crédito, que tem juros médios de 14,90% ao mês é uma boa.

14 – Cuidado com os golpes por e-mails. SPC e SERASA não enviam avisos de pendências. Na dúvida procure um local de atendimento dessas empresas, é melhor perder tempo do que cair no golpe e perder dinheiro.

15 – Nunca confie em quem diz e anuncia que vai resolver seus problemas em pouco tempo e com “custo baixo”. Quanto menor for o tempo e custo, maior a possibilidade de ser uma enganação.

16 – Não acredite na promessa do “dinheiro fácil”. Se o dinheiro fosse fácil não haveria milhões de endividados. Portanto, não saia por aí pegando empréstimos de agenciadores de financeiras que gritam pelas ruas “Dinheiro fácil, sem consulta ao SPC e Serasa!” porque você estará se atolando ainda mais em dívidas.

Fonte das dicas: Site S.O.S. Consumidor

Fonte: Da Redação Multimídia

 

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Quatro em cada dez inadimplentes não pretendem pagar dívida nos próximos três meses, revela SPC Brasil

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Deixar de comprar coisas que gostam é citado por 36% dos entrevistados   como a maior dificuldade para organizar a vida financeira, mostra estudo

 

Quatro em cada dez (37%) consumidores inadimplentes admitem que não vão pagar suas dívidas nos próximos três meses. Seja porque não têm condições de arcar com o valor (28%) ou, então, por falta de interesse em regularizar o débito (9%). A conclusão é de uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal ‘Meu Bolso Feliz’ com 1.245 consumidores em todas as capitais. O levantamento buscou traçar o perfil do adimplente e inadimplente brasileiro, analisando as causas da inadimplência e o comportamento financeiro dos consumidores.

Quando indagados sobre a principal razão da negativa, 45% dizem que consideram o valor da cobrança abusivo e por isso, nem tentarão negociar com o credor. Sobre as dificuldades enfrentadas para iniciar uma negociação e pagamento da dívida, 36% dos consumidores admitem que o principal empecilho é abrir mão do atual padrão de consumo, ao deixar de comprar produtos que satisfazem desejos momentâneos.

Na avaliação do educador financeiro do ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli, a resistência em cortar despesas e em mudar o padrão de consumo são alguns dos erros mais comuns para quem precisa ‘sair do vermelho’ e sinalizam a falta de preocupação com o futuro. Exemplo disso é que quase um quarto (24%) dos inadimplentes admite que costuma deixar de pagar alguns compromissos financeiros para adquirir um determinado produto que gostaria de ter. Entre os consumidores adimplentes entrevistados, o percentual cai para 9%.

Outro dado que reforça a conclusão de que os entrevistados com contas em atraso assumem posturas mais imprudentes é que 18% da amostra deste grupo não têm o hábito de pesquisar preços alegando “falta de tempo”. Entre os adimplentes o índice é de apenas 7%. Apenas dois em cada dez (20%) consumidores inadimplentes disseram ter alguma poupança para realizar um sonho no futuro, ao passo que 56% dos adimplentes consideram-se financeiramente determinados para realizar metas de longo prazo e 66% são mais dispostos a poupar para isto.

“A primeira atitude para organizar as finanças pessoais é reconhecer a necessidade de mudar hábitos que colocam o bolso em risco. Dois graves erros são subestimar os pequenos gastos, que passam despercebidos no dia a dia e fazer compras para que as demais pessoas tenham uma imagem positiva ao seu respeito, principalmente, pelas coisas que você possui ou veste. Fazer uma autoavaliação para entender o porquê de não estar honrando seus compromissos financeiros também é fundamental para que a experiência negativa sirva de aprendizado.”, explica Vignoli.

Cortar despesas e renegociar

Entre os consumidores entrevistados que demonstram disposição para pagar suas dívidas nos próximos três meses (63%), a maioria (74%) disse que tentará negociar diretamente com o credor, seguido pelos que farão ‘bicos’ para complementar a renda (13%) e pelos que esperam receber dívidas de terceiros (11%). Outros 8% disseram que guardariam o 13º salário para cobrir o valor pendente e apenas 8% pretendem economizar nos gastos do dia a dia.

Dentre a parcela minoritária que pretende economizar para sair da inadimplência, os principais cortes estão ligados às atividades de lazer (56%), compras de vestuário e calçados (38%), alimentação fora de casa (23%), gastos com cabeleireiro e manicure (21%) e compras no supermercado (18%).

Segundo os economistas do SPC Brasil, ao propor um acordo com o credor, é possível conseguir bons resultados como reduzir o tamanho das prestações, obter juros menores e prazos mais alongados. Se a intenção do consumidor for pagar a vista, é possível até pedir um desconto no valor total da dívida. “Essas condições são bem vantajosas e possíveis de negociação em boa parte dos casos. O devedor precisa ser firme e demonstrar que quer pagar a dívida, pedindo os valores atualizados e oferecendo uma contraproposta dentro de suas reais possibilidades. Além disso, é necessário que o consumidor mantenha a disciplina e não realize novas compras, principalmente parceladas, enquanto estiver pagando as prestações da dívida”, orienta Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil

Mulheres e classe C lideram a inadimplência

A pesquisa revela que as mulheres representam 60% dos inadimplentes brasileiros. Já entre os adimplentes, a participação feminina cai para 52%. Considerando a condição social e a faixa etária, percebe-se maior representatividade da classe C (86%) e de pessoas entre 25 e 49 anos (65%) entre os que possuem contas em atraso.

O levantamento mostra ainda que o nível de escolaridade pode afetar o modo como um indivíduo lida com suas finanças. Quanto maior o grau de instrução da pessoa, menor a sua incidência entre o grupo de pessoas com contas em atraso. Oito em cada dez (80%) inadimplentes têm no máximo o ensino médio completo, sendo que 24% terminaram somente o ensino fundamental. “É natural que a inadimplência esteja focada nos extratos médios da sociedade, principalmente se considerarmos que esses brasileiros passaram a ter acesso a crédito barato e desburocratizado apenas em um passado recente e sem saber como utilizá-lo de maneira planejada”, avalia o gerente financeiro do SPC Brasil, Flávio Borges.

Mas a inadimplência e o descontrole financeiro não são exclusividade das classes mais baixas. Em geral, quem recebe salários altos tem acesso mais fácil ao crédito e, consequentemente, mais chances de se endividar. Indivíduos das classes A e B correspondem por 14% dos inadimplentes no Brasil, segundo a pesquisa. “Com muitos zeros na conta, a preocupação com o orçamento acaba sendo menor. Ganhar muito, mas esbanjar muito é um típico exemplo de má gestão financeira”, afirma Vignoli.

A metade (50%) dos inadimplentes é casada, contra 36% de solteiros, 3% viúvos e 10% de separados. Quatro em cada dez inadimplentes (37%) são funcionários de empresas privadas e, portanto, possuem previsibilidade de renda, seguido pelos autônomos (28%), desempregados (13%) e aposentados ou pensionistas (8%).

Dívidas superam a renda

O mau uso do cartão de crédito é o principal responsável pela inadimplência dos brasileiros. Seis em cada dez (57%) inadimplentes estão com faturas atrasadas no cartão, sendo que 46% se encontram com o nome sujo por conta dessa pendência não quitada. Nesse tipo de atraso, há uma predominância de pessoas das classes A e B (64%) e compreendidas na faixa de 35 a 49 anos (60%). No quesito gênero, há um equilíbrio entre homens (56%) e mulheres (58%). Vale destacar, ainda, que em 88% dos casos, a fatura está atrasada há mais de 90 dias.

Em segundo lugar no ranking de dívidas em atraso aparecem os cartões de loja, mencionados por 48% dos inadimplentes. Entre as mulheres, esse percentual sobe para 52%, enquanto que entre os homens, a taxa é de 43%. Logo depois, vem os empréstimos com bancos ou financeiras (18%), faturas no cheque especial (17%) e talões de cheques ou carnês (16%).

Mais da metade (51%) das dívidas dos inadimplentes está concentrada entre R$ 500 e R$ 2 mil, mas a média das dívidas em atraso dos inadimplentes brasileiro é de R$ 4.007,00. Ao cruzar os valores médios dos compromissos pendentes e a renda média dos entrevistados, a pesquisa verificou que o montante das obrigações financeiras em atraso dos inadimplentes chega a ser entre duas e três vezes superior a renda desses consumidores. Para quem ganha, por exemplo, de um a dois salários mínimos (até R$ 1.448,00), o valor médio da dívida é de R$ 2.392,99. Já para um consumidor que recebe uma remuneração mensal entre dois e três salários mínimos (R$ 1.449,00 e 2.172,00), a dívida média apurada pelo levantamento é de R$ 4.493,00.

Comportamento reincidente

Apesar de 70% dos consumidores que estão com as contas em dia terem declarado fazer algum tipo de planejamento orçamentário, quatro em cada dez (37%) adimplentes já tiveram o seu nome incluído em algum serviço de restrição ao crédito nos últimos cinco anos. “Há uma rotatividade grande entre o grupo dos adimplentes e inadimplentes. Algumas pessoas aprendem a lição ao experimentarem as limitações de estar com o CPF negativado, mas outras enfrentam dificuldades para organizar a vida financeira e são reincidentes”, explica Vignoli.

Para o educador José Vignoli, é importante que o desejo de consumir não atropele o planejamento orçamentário. Mas não é o que a pesquisa aponta. Quatro em cada dez inadimplentes (40%) admitem que o descontrole financeiro diante das facilidades de acesso ao crédito foi a principal razão que os levaram a não pagar as contas. Apesar de o desemprego se encontrar num nível historicamente baixo no país, ele foi citado por 24% da amostra como justificativa para a inadimplência, seguido pela diminuição da renda (10%) e empréstimo de nome (7%).

“Por mais que o desemprego seja um acontecimento alheio à própria vontade, um consumidor prevenido, contaria com uma reserva emergencial para manter as despesas sob controle, evitando a inadimplência. Formar um ‘pé de meia’ para eventualidades é uma saída para organizar rendimentos e gastos. O recomendado é ter uma reserva financeira com a quantia suficiente para cobrir de três a seis meses de despesas da família”, orienta Vignoli.

Para as mulheres, a falta de controle é lembrada por 44% das inadimplentes enquanto que para os homens, são 38% dos casos. Os jovens também demonstram mais impulsividade. Dentre os que têm entre 18 e 24 anos, mais da metade (51%) atribuem a falta de controle como o principal motivo da inadimplência. O percentual é maior do que todas as demais faixas etárias. Já o empréstimo de nome como causa da inadimplência surge com mais frequência entre os consumidores acima de 49 anos (11%).

“O descontrole financeiro muitas vezes está ligado à falta de informação, de planejamento e até a ansiedades ou inseguranças do ser humano. E em um mundo onde o crédito fácil convive com uma cultura imediatista e consumista, cair em armadilhas do descontrole das contas e da inadimplência é cada vez mais comum e perigoso”, afirma Marcela Kawauti.

Metodologia

Para investigar o perfil dos consumidores adimplentes e inadimplentes, o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e o portal ‘Meu Bolso Feliz’ (http://meubolsofeliz.com.br) ouviram 1.245 consumidores de ambos os gêneros e de todas as classes econômicas e faixas etárias nas 27 capitais. São considerados inadimplentes os consumidores que declararam ter pelo menos uma conta com o pagamento atrasado há mais de 90 dias. A margem de erro é de no máximo 3,8 pontos percentuais com uma margem de confiança de 95%. Isso significa que em 100 levantamentos com a mesma metodologia, os resultados estarão dentro da margem de erro em 95 ocasiões.

Baixe a pesquisa completa em

https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/pesquisas

Confira dicas para sair do vermelho em

http://meubolsofeliz.com.br

 

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Brasileiros ainda erram no uso do cartão de crédito

Ao mesmo tempo em que é ampliado o acesso da população ao sistema financeiro, no chamado fenômeno de “bancarização”, a maioria dos brasileiros ainda comete erros graves no uso dos cartões de crédito. Segundo pesquisa do Guia Bolso – site de organização de finanças pessoais -, as parcelas da fatura representam 36% dos gastos no cartão na população de mais baixa renda, porcentual considerado alto por especialistas. Já em relação à renda mensal, as parcelas equivalem a 10% da renda.

“É um porcentual que surpreende. Se imaginarmos que a pessoa já tem outras dívidas, como o financiamento da casa ou do automóvel e que é indicado poupar de 10% a 15% da renda todos os meses, vemos que sobra pouco no orçamento”, avalia o sócio do Guia Bolso, Thiago Alvarez. Na classe baixa (renda mensal de R$ 1 mil a R$ 5 mil), as parcelas comprometem 10% do salário, enquanto que na classe média (de R$ 5 mil a R$ 10 mil), o porcentual é de 8% e entre aqueles que ganham acima de R$ 10 mil, elas representam 4%.

O limite indicado por especialistas é menor. “Para não haver risco de se endividar, o limite razoável é comprometer até 5% da renda em parcelas”, diz Alvarez. “O gasto total do cartão de crédito deveria ser de até 10%, não somente as parcelas”, afirma o coordenador do laboratório de finanças do Insper, Michael Viriato.

Ao parcelar as compras, muitos se esquecem que estão na verdade transformando a dívida de 30 dias em algo mais longo, que pode durar meses. Se somado a outros compromissos de longo prazo, como o financiamento imobiliário, o parcelamento pode fazer com que o consumidor comprometa grande parte da renda em gastos fixos. Algo temerário, segundo os especialistas, já que pode levar à inadimplência. Além disso, com muitas parcelas, a fatura do cartão se torna uma loteria, já que nunca se sabe o tamanho da conta do mês seguinte.

Atualmente, seis em cada dez brasileiros têm conta em banco, o maior porcentual da série histórica da Fecomércio-RJ. No total, são 79,1 milhões de pessoas na rede bancária que podem ter acesso a cartões. “O problema é que o crédito é muito facilitado. É fácil conseguir um cartão hoje em dia, mas não há um controle do Banco Central que estabeleça um teto de gastos”, afirma a coordenadora do Programa de Apoio ao Superendividado da Fundação Procon-SP, Vera Lúcia Remedi Pereira, ao lembrar que no financiamento imobiliário, por exemplo, o tomador de crédito não pode engessar mais de 30% da renda na parcela mensal.

E a falta de controle ocorre justamente no instrumento de crédito mais caro do mercado. Em junho, a taxa média cobrada no cartão era de 10,70% ao mês, o que equivale a 238,67% ao ano, segundo pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). “Com um juro tão alto, em pouquíssimo tempo a dívida dobra”, diz a coordenadora do Procon-SP. Não à toa, o cartão é o grande vilão das dívidas: em São Paulo, 49,6% das famílias estão com contas atrasadas, sendo que o plástico é responsável por 69,8% dos endividamentos, segundo a Fecomércio-SP.

O que parcelar

Especialistas não condenam o uso do cartão, afinal, ele ainda é um bom instrumento para concentrar e controlar as despesas e conseguir pontos para trocar por produtos e serviços. “Costumo comparar o cartão de crédito a uma arma carregada que o consumidor anda no bolso. Não pode sair atirando para todo lado” diz Viriato, do Insper.

“Compras cujos valores são altos, como passagens aéreas e eletrodomésticos, podem ser parceladas. O que deveria ser evitado é parcelar compras menores”, sugere Alvarez. A pesquisa do Guia Bolso aponta que 51% dos gastos parcelados correspondem a compras diversas, como roupas. E mesmo gastos correntes, como mercado e restaurantes, são parcelados por parte dos consumidores. No total, foram ouvidas 5.649 pessoas na pesquisa, sendo a região de maior concentração o Sudeste. Nos gastos com viagens, apesar de serem maiores, Viriato afirma que a porcentagem não deveria ser superior a 10% do salário e que o ideal seria juntar dinheiro para viajar já com as contas quitadas.

A primeira sugestão para que os gastos não fujam ao controle é não carregar o cartão todos os dias na carteira. “Ou seja, a arma deve ser guardada em casa para evitar compras compulsivas. Se encontrar algo na rua que lhe interesse, a pessoa deve voltar para casa, pensar melhor e, se for o caso, ir à loja”, diz Viriato. A segunda sugestão é ter no máximo dois cartões, caso o consumidor queira dividir as datas de pagamento.

Sobre as parcelas, especialistas afirmam que é importante haver algum tipo de controle. O cliente pode fazer uma planilha de acompanhamento ou mesmo usar ferramentas online disponíveis atualmente. O Guia Bolso, por exemplo, atualiza automaticamente uma planilha de gastos no momento em que o usuário faz uma nova compra. “Se perceber que está fazendo muitas compras parceladas, a pessoa deverá se esforçar para mudar esse hábito”, afirma o professor do Insper.

Além dessas sugestões, sempre é indicado pagar a fatura total e não o mínimo, pois, nesses casos, o juro começa a trabalhar ainda mais contra o consumidor. “Se o salário já não é suficiente para pagar todas as dívidas e ele começa a rolar o pagamento é porque há algo errado”, diz Vera Lúcia.

Em casos em que a pessoa já entrou no crédito rotativo, o caminho é a negociação da dívida com a operadora do cartão de crédito, o que pode ser feito sozinho ou com ajuda. O Programa de Apoio ao Superendividado do Procon-SP, além de dar palestras gratuitas e informações sobre o tema, faz a ponte entre o devedor e o credor, sendo ele o banco, a operadora do cartão ou outra empresa.

Fonte: FCDL PE

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Balança comercial fecha com saldo negativo nos primeiros sete meses do ano

A balança comercial brasileira fechou os primeiros sete meses do ano com saldo negativo de US$ 916 milhões, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Nem mesmo o superávit de US$ 1,575 bilhão registrado em julho reverteu o quadro, que foi divulgado nesta sexta-feira (1º).

Em julho, as exportações chegaram a US$ 23,025 bilhões, resultado considerado recorde para o mês. As importações chegaram a US$ 21,450 bilhões no mês passado. Até o fim do sétimo mês do ano, as exportações somaram US$ 133,556 bilhões e as importações, US$ 134,472 bilhões.

Fonte: Folha de Pernambuco

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Por que estou no vermelho?

Todo mundo sabe o que significa isso, mas poucos param para pensar, de fato, nas causas desse descontrole.

Você está no vermelho quando as contas para pagar estão mais altas do que o dinheiro que você tem disponível. O lado ruim da situação vem do descontrole de suas contas. Mas essa situação pode ser passageira, se você souber sair dela.

Gastos supérfluos

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A primeira coisa a se pensar é: será que eu gastei “um dinheiro que não podia” com coisas que não são tão essenciais ou importantes para minha vida? Será que eu abusei dos chamados “gastos supérfluos”? Até que ponto eles são necessários para a minha sobrevivência?

Temos de pensar sempre sobre isso. Fique atento e identifique o que coloca em risco sua saúde financeira. Podem ser as saídas de fim de semana a bares e restaurantes em excesso, a compra exagerada de roupas e sapatos, salão de beleza, cosméticos, prestações maiores que consegue pagar ou até mesmo as compras no supermercado.

É importante que você saiba qual é o verdadeiro valor que as coisas que deseja comprar tem para sua vida. Não gaste tudo o que ganha em pequenas coisas que trarão um prazer imediato mas que te deixarão endividado com parcelamentos, empréstimos, cheques especiais e faturas de cartão.

Reflita sobre as verdadeiras razões que te fazem consumir e evite atitudes de compras impulsivas que te coloquem no vermelho. Elas queimam seus recursos que poderiam ser investidos em coisas realmente de valor como a prestação de uma casa, um carro ou a escola de seu filho.

Dicas

1. Coloque no papel seus ganhos e despesas. Este é o ponto de partida para você conhecer sua situação financeira real. Com base nisso, é possível equilibrar suas contas e entrar no azul.

2. Seja moderado com o gasto supérfluo, escolha gastar com aquilo que é importante para você, e escolha preços melhores ou produtos similares. Pesquise! Mas, se possível, abra mão dos gastos supérfluos até organizar suas contas.

3. Evite usar cheque-especial e cartão de crédito. Procure pagar suas contas à vista com o dinheiro que tem. Controle os apelos e impulsos de consumo.

Fonte: Meu Bolso Feliz

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